História da Amamentação da Inês Gaspar

Muita coisa mudou nos últimos anos…felizmente!

Quando fui mãe há 7 e 4 anos, o aleitamento era uma das minha prioridades, mas as dificuldades sentidas e o facto de não estar sensibilizada para procurar profissionais especializadas nesta área CAM/AL (naquelas alturas) fizeram com que a amamentação só tivesse sido possível num tempo muito reduzido.

Lembro-me que a primeira vez que colocaram o meu filho mais velho no meu peito foi doloroso e o ap

oio da enfermeira que estava comigo não só foi inexistente, como  desagradável. Lembro-me de ter sido sempre dolorosa a amamentação, hoje sei que o facto dele ter tido freio curto poderia ser uma das razões. Mas o momento mais difícil  foi no 4º dia quando foi pesado e constatámos qu

e tinha perdido 14% do peso. Fiquei com medo que o meu leite não fosse suficiente e 

introduzi o LA como complemento, o que fez com que aos 3 meses ele rejeitasse completamente a mama por preferir o biberão.

Com a minha filha mais nova estava determinada a ser mais persistente com a amamentação, mas … (existe sempre um mas) a exigência de cuidar de um recém-nascido e de uma criança com quase 3 anos, sem rede de apoio e após 3 internamentos até ao 3º mês de vida da pequenota, por bronquiolites recorrentes, foram a gota de água!

Lembro-me da frustração que sentia ao longo das horas com a bomba e a ver quantidades mínimas de leite extraído … hoje também sei que a quantidade extraída é menor do que a existente na mama…

Felizmente, hoje podem contar com profissionais dedicadas e informadas para que as vossas histórias de amamentação tenham finais mais felizes!  

🙂

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