O que dizem de nós

Inês Miguéns Gomes, Lisboa

Em outubro do ano passado fui mãe, de primeira viagem, do doce R. No regresso a casa, com medos e muitas dúvidas, deu-se a subida do leite. Foi doloroso, trabalhoso, cansativo, mas pior de tudo senti-me perdida… Às 4h da manhã com o nosso bebé a depender das nossas maminhas para se alimentar, já não sabemos o quê nem como temos de fazer, já não sabemos se vamos ultrapassar e se somos capazes, e é essa dúvida que toma conta de nós. Nesse momento tive todo o apoio que precisei da Cristina que, num feriado, esteve ao meu lado até garantir que estava encaminhada.
Mais tarde tive e tenho tido algumas pedras no caminho, desta vez ajudada pela Marta, mas tenho superado, cada pedrinha, continuando este percurso maravilhoso da amamentação.
Só posso ficar inteiramente grata à Cristina e à Marta, da Amamenta Lisboa, por todo o apoio e conhecimento válido que me têm dado e me por lembrarem que também eu SOU CAPAZ.

Vanessa Coelho Pinto, Guincho

Tinha o meu príncipe 4 meses quando senti algumas dificuldades no que respeita à amamentação…

Seria provavelmente somente um pico de crescimento, mas as dúvidas, incertezas e pouca experiência nesta área fez com que recorresse a duas consultas de amamentação com a Marta Rodrigues.
E acabou por ser muito mais que “consultas”! Foram momentos sinceros de partilha de receios e dúvidas que foram esclarecidos sempre da melhor forma, com calma, compreensão, muito conhecimento técnico, muita simpatia e empatia.
Amei!
Aprendi bastante e fiquei muito mais relaxada e menos angustiada!
Foi óptimo para mim e por consequência óptimo para o meu príncipe!
Agora com 10 meses a amamentação continua e espero que assim se mantenha enquanto ambos estivermos confortáveis e felizes como até agora!
Um muito obrigada!

Margarida Serrano, São Domingos de Rana

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Contactei a Amamenta Lisboa em Novembro de 2017, quando o meu menino tinha 16 meses. Estava a passar por uma mastite terrível e a ficar com ambos os mamilos em mísero estado. Precisava urgentemente de ajuda presencial para perceber o porquê de isto me estar a acontecer tão tarde. Conheci o meu anjo, a Marta Esteves Rodrigues, que me veio visitar e esteve imenso tempo a falar, a observar, a conhecer o F. e a perceber toda a nossa caminhada na amamentação. O nosso caso não era tão linear assim, aliás não é habitual estes problemas acontecerem tão tarde na amamentação. Truque aqui, experimenta assim, faz assado e acabámos por perceber que provavelmente seria uma alteração na pega por causa de estarem a romper 4 dentes ao mesmo tempo. As coisas melhoraram e voltaram a piorar semanas depois, mas a Marta esteve sempre comigo a dar-me apoio, passei por greve de mama, recuperei e continuamos a nossa caminhada. Ganhámos uma amiga, um apoio constante… Obrigada Marta, obrigada Amamenta!

Marta Costa, Lisboa

Fiz o workshop sobre amamentação e regresso ao trabalho. Penso que foi um dos primeiros da Amamenta Lisboa.
Foi muito esclarecedor, num ambiente muito descontraído. Saí muito mais segura em relação à etapa que se aproximava.

O regresso ao trabalho correu muito bem. O meu filho continuou a mamar e a beber leite materno na minha ausência. Senti-me capaz e muito confiante quando surgiram situações de dúvida e foram todas ultrapassadas.

Para além das questões abordadas sobre o tema do workshop é muito positivo ouvir as dúvidas e experiências de outras mães/pais ao vivo e a cores. Ajuda a perceber que não estamos sozinhos.

O preço é muito acessível face aos benefícios que traz.

O meu filho tem agora 21 meses e continua a mamar.

Joana Pais, Pontinha

Contactei a Amamenta Lisboa, por Messenger, a questionar se teriam bombas para alugar e qual recomendavam, porque a minha filha precisou de ir para os UCIN… e eu precisava de tirar leite para não comprometer a amamentação!
Passado muito pouco tempo responderam me (surpreendente certo?? Porque nem estava a questionar nada de amamentação nem estava a pedir serviços… e sejamos honestos muitas das vezes quando pedimos informações sem mostrar interesse em “comprar” nem sempre somos bem recebidos/respondidos).

Eu lá comprei uma bomba… e tentei fazer aquilo que me aconselharam… a colocá-la na mamã sempre que possível (coisa que foi muito pouco possível na UCIN)

Quando a minha pequena veio para casa, vinha “habituada” a biberão e a beber LA e não pegava na mama….
Desde do dia em que chegou a casa nunca mais bebeu LA, mas bebia pelo biberão e isso era uma grande tristeza para mim… e vinha colocar em causa a ideia pré-concebida que eu tinha do que queria fazer (AMAMENTAR).

Como não estava pronta para desistir desta batalha, pelo menos sem tentar outras abordagens, e como tinha sentido que tinha sido ouvida/lida quando coloquei as questões à Amamenta Lisboa decidi contactar e pedir acompanhamento.

A Marta Esteves Rodrigues (salientar que fiz este pedido a uma sexta ou sábado e a Marta no domingo já me estava a ligar para agendar) veio até cá a casa e sem pressas, sem críticas, sem julgamentos, ouviu-me e ajudou-nos. Não tenho a menor dúvida que se não tivesse optado por este acompanhamento teria desistido da amamentação. Eu já estava exausta do tirar leite para lhe dar e achava que como tinha estado na UCIN sem nunca mamar, era uma batalha perdida…

Marta um muito obrigada pela disponibilidade, pelo carinho, pela preocupação em saberes como estamos, pelas perguntas que te passo a vida a fazer… por tudo!

Catarina Amorim, Póvoa de Santa Iria

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Fui mãe pela primeira vez, e nunca pensei que a amamentação fosse a minha maior dificuldade. Ninguém nos informa,  no curso de preparação para o parto, para a dolorosa descida do leite, para a dificuldade do bebé em mamar e
para o facto de como mães ficarmos em pânico porque o nosso filho não come.
Para, além de que, no Hospital nao há qualquer ajuda para a amamentaçao, dão-nos o filho para os braços para dar de mamar e só vão aos quartos para saber a que horas comeu e quando é a próxima mamada. Se acham, que o bébé não está a mamar o suficiente dão-nos um biberão de suplemento para a mão, apesar da mãe querer amamentar em exclusivo.
Tive que procurar ajuda e encontrei-a na Marta, prontificou-se de imediato a ajudar-me, teve horas comigo para me ajudar a amamentar e ainda deu-me aquele apoio emocional, que apesar de ter a familia por perto, me fez imenso bem. Consegui perceber de que forma podia ajudar o meu bébé e isso fez toda a diferença!
Obrigado fada madrinha Marta!! Beijinhos
Andreia Paes de Vasconcelos, Lisboa

No início a amamentação não foi fácil, pois o meu filho passava horas e horas na mama e a má pega originou dores muito acentuadas no peito. Mas, como queria que o momento da amamentação fosse algo prazeroso, senti necessidade de falar com uma CAM. Se não fosse a Marta, tenho a certeza que acabaria por deixar-me vencer pelas dores. As dores eram mais que muitas e antes de desistir procurei ajuda e com toda a paciência da Marta consegui perceber onde estava o meu problema e tornei o momento da amamentação um momento de prazer, sem dores. Hoje contamos com 22 meses de amamentação.

Filipa Teixeira Vicente, Seixal

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Saí da maternidade com leite materno e LA – introduzido sem permissão da minha parte. A bebé era uma matulona e não podia ficar só a leite materno – disseram-me que colostro não chega. Eu, frágil, e sem armas nem ferramentas para contestar e bater o pé… Ainda não tinha ido a nenhum workshop sobre amamentação e o que tinha lido não me tinha dado aquela confiança na minhas maminhas… Isto tudo num hospital que se diz amigo do bebé.

Saímos da maternidade e eu, não convencida, pus-me a pesquisar, a perguntar, a estudar e a procurar mais conhecimento para me fortalecer e engrandecer perante os comentários alheios (nomeadamente de profissionais de saúde). E assim foi: fui ao workshop amamentação “O início” da Patrícia Paiva e foi muito útil, até hoje MESMO. Entretanto procurei a ajuda preciosa da Cristina Cruz, que tem sido uma querida em tudo, pois o meu objetivo e foco era mesmo eliminar o suplemento do ‘cardápio’ da pequena, mas precisava de mais luzes e de um acompanhamento particular. Comecei com sonda, mas tornou-se complicado demais para nós e optámos pelo copinho. (…) Ela mama todo o dia em mim e a cada dia menos do copo. Estou tão FELIZ e, agora sim, consigo perceber que o meu corpo é extraordinário e, com a minha insistência e método, eu consigo chegar onde me proponho.Cheguei a fazer posters que diziam “O meu leite chega” e colá-los por toda a casa… E não é que chega mesmo?! É surpreendente a natureza feminina e como tudo se compõe, de modo a proporcionar o melhor para as nossas crias.  AMOR LÍQUIDO SEMPRE!

Daniela Tavares, Barreiro

Desde que engravidei, decidi que queria amamentar porque era benéfico para saúde do meu bebé, bem como para a minha. Com o evoluir da gestação, percebi que amamentação seria, também, essencial para estabelecer laços mais fortes com o meu bebé. Sabia, ainda, que queria evitar uma cesariana ao máximo. Por volta das 32 semanas, a minha obstetra disse-me que a minha bebé era muito grande e que, se eu pretendia evitar a cesariana, o melhor seria induzir o parto. Posteriormente (já após o parto) percebi que no final da minha gravidez (40 semanas), a médica estaria de férias… O meu parto foi induzido com 38 semanas e 2 dias, não foi por cesariana, mas foi vaginal com fórceps. A partir daí começou o filme de terror com a amamentação. Primeira informação que nos dão na maternidade é: “a sua filha é muito grande e gordinha, basta ir à mama de 3 em 3 horas, e os seus mamilos são invertidos, por isso tem de usar mamilos de silicone”. Segunda informação vem duas horas depois: “tem de dar de mamar de 2 em 2 horas”. Ao segundo dia de vida da Isabel, a pediatra de serviço na maternidade diz-me: “a sua bebé está cheia de ar e tem fome… tem de lhe dar suplemento porque o seu leite não serve para a alimentar. 40 ml de 3 em 3 horas!” Ainda me disseram: “até porque a sua subida de leite poderá não ocorrer”. Foi o momento mais triste deste processo, perceber que para além de ter uma aplicação de plástico entre mim e o meu bebé – o mamilo de silicone – sempre que a amamentava, também não a conseguia alimentar devidamente. Sentia-me a fracassar. Racionalmente, sabia que quanto mais nervosa e ansiosa ficasse. menos ocitocina iria produzir, mas emocionalmente tudo aquilo era devastador.

Ainda na maternidade, optei por pedir uma consulta de amamentação, a qual ocorreu ao terceiro de vida da Isabel, já em nossa casa. Foi a melhor decisão que tomei. A Marta e a Cristina visitaram-me em casa e, depois de me observarem, disseram-me que os meus mamilos não eram invertidos, no entanto, como o meu parto tinha sido induzido, a I. ainda estava sob o efeito da medicação que me tinha sido administrada e que, por isso, os seus instintos de sucção não estavam plenamente desenvolvidos… Segui os seus conselhos: tirar o colostro manualmente ou com a máquina e dar-lhe através de seringa com ajuda do dedo, por forma a que o leite lhe fosse dado sempre que ela sugasse o dedo e de duas em duas horas, porque era necessário ganhar peso e excluir o suplemento. E muita, muita, pele contra pele. Beber muita água.

Ao sexto dia de vida, a Isabel abandonou o suplemento e a partir da segunda semana de vida, começou a engordar em média 200 gramas por semana. Hoje amamento em livre demanda, sem utensílios de plástico entre mim e a minha filha. E sei que é o melhor calmante que lhe posso dar quando está mais irrequieta pelo excesso de informação que recebe do exterior. É maravilhoso perceber que aquele momento é só nosso.

Sei, também, que foi essencial a (in)formação e a segurança que a Marta e a Cristina me passaram naquela consulta.

Cátia Aguiar, Massamá

Durante a gravidez somos sempre bombardeadas com perguntas de amigos e familiares sobre a gravidez em si e a chegada do bebé: “sentes-te bem?”, “tens medo do parto?”, “vais amamentar?”.
Como enfermeira, havia coisas que já tinha mais ou menos estruturadas na minha cabeça e uma delas era a amamentação. Contudo, a minha vontade de amamentar era complementada pelo receio da mesma… A verdade é que as más notícias correm rápido, e mais facilmente somos bombardeadas com todo o tipo de informação do que pode correr mal, e de como é difícil amamentar, que o contrário!
O meu marido sempre me ouviu dizer que iria tentar amamentar, mas que não iria sofrer e que se “não desse, não dava, acabou!”. A verdade é que é muito fácil falar e supor, até termos um pequeno ser humano de pouco mais de 3 kg nos braços, que depende inteiramente de nós para tudo. Tudo o que eu tinha pré concebido caiu por terra e a vontade de amamentar foi quase irracional. Mas menos de 24 horas depois de ter chegado a casa vi-me com os mamilos em sangue. Associado à subida de leite nesse mesmo dia, ao mamar de hora em hora, às hormonas (essas desgraçadas) e à privação de sono… Foi uma combinação bombasticamente infeliz. Foi aí que me vi confrontada com a dificuldade de amamentar VS a vontade de amamentar e vi que precisava de ajuda… Corri vários contactos, vários sites… Até que consegui contactar a Marta Rodrigues da Amamenta, que me veio ver e ao meu bebé, no dia seguinte, de manhã, juntamente com a Cristina Cruz. Estivemos mais de duas horas a conversar, a tirar dúvidas, a ver-me a amamentar e a desabafar. Posso dizer que essa manhã foi o ponto de viragem da minha experiência de amamentação, que eu mentalmente já estava a condenar. Deu-me força para relativizar as dificuldades e passar por cima delas… E adaptar-me à nova realidade de uma melhor maneira, com confiança. O meu bebé está quase a fazer 4 meses, e aos 3 meses tinha quase 7 quilos (para quem diz que o leite não sustenta, o que me dizem disto?). É gordinho, cheio de refegos e acima de tudo feliz! E eu tenho todas as razões do mundo para agradecer o apoio, muito importante, que me foi dado naquele dia! Obrigada.

Marta Zorro, Sesimbra
A A. de cesariana, puseram-na na mama quando estava a ser levada para o recobro e lá ficou até se cansar e adormecer juntinho a mim. Não sabia o que esperar desta nova aventura só sabia que queria amamentar a minha filha por
que era o melhor para ela. A A. estava mais interessada em dormir do que mamar e, por essa razão, começou a perder peso até começar a mostrar sinais de desidratação (não urinava o suficiente) até que me ameaçaram que ela não tinha alta se eu não lhe começasse a suplementar cada mamada com LA. Claro que cedi, era tudo muito novo para mim e só queria (e quero) o melhor para a minha filha. Resumindo, saímos do hospital com LA e bicos de silicone, tudo o que eu não queria.
Em casa fartei-me de chorar porque estava a dar LA à minha filha e não era nada daquilo que tinha idealizado. Cada pesagem dela era um martírio para mim, ela só aumentava cerca de 10 g/dia e no centro de saúde diziam que tinha de continuar a dar LA. Foi então que decidi procurar outro tipo ajuda. Fiz um post num grupo do Facebook sobre amamentação e comecei a falar com a Marta Rodrigues. Passados poucos dias veio até minha casa, fez algumas correcções, tiraram-se os bicos de silicone e no dia a seguir parece que a A. acordou para a vida e começou a mamar. Passou de 10 g/dia a 35 g/dia e perto de fazer 1 mês de vida consegui acabar com o LA. Na consulta seguinte no centro de saúde notifiquei a enfermeira que o aleitamento deixou de ser misto e quando entrei no consultório, em vez de ser recebida com um “bom dia”, fui recebida com “Já recebi uma óptima notícia!!!”. A médica deu-me os parabéns por não ter desistido porque é mesmo essa a tendência.
Entretanto a Marta voltou a minha casa para uma reavaliação. A A. já não era a bebé dorminhoca que adormecia pendurada na mama mesmo tentando todas as técnicas imagináveis para a manter acordada.
Mantive-me sempre em contacto com a Marta. Sempre que tive dúvidas perguntei-lhe e ela respondeu-me prontamente. Mesmo no regresso ao trabalho, apoiou-me imenso mesmo quando a pediatra da A. não apoiou… Na consulta dos 4 meses, a pediatra disse-me para começar a Alimentação Complementar pois não iria ser capaz de manter a amamentação exclusiva até aos 6 meses. Hoje, dia 6 de Fevereiro de 2017, a Aurora faz 6 meses e continua a ser amamentada em exclusivo. Consegui o meu objectivo apesar de todos os obstáculos que surgiram à minha frente, apesar de todos os “não vais conseguir”. Consegui. E sinto-me orgulhosa de mim mesma. Mas sei que sem apoio não ia a lado nenhum e tinha cedido ao LA no primeiro mês.
Por estas razões, agradeço à Marta e à equipa da Amamenta Lisboa pelo apoio que nos dão. Às vezes nem é preciso muito, mas saber que existe alguém que nos apoia e que tem sempre uma palavra amiga para dizer é o suficiente. 
Obrigada.